Uma válvula existente na entrada só permite a entrada de cloro ao sistema quando acionado por um diafragma localizado no interior da câmara que faz a regulagem da vazão necessária. A peça, dividida em duas câmaras independentes, não permite vazão de cloro para a atmosfera quando o sistema estiver saturado ou ainda quando houver pressão nas câmaras. Prosseguindo através de um tubo de plástico especial, o gás vai ao medidor, que por regulagem manual determina a vazão necessária. A leitura é feita por um indicador flutuante num rotâmetro graduado numa proporção de 20:1, com escala em g/hora ou kg/hora.
Do medidor, o cloro gasoso se dirige ao limitador de vácuo, que mantém uma constância no vácuo produzido pelo ejetor. O ajuste do limitador de vácuo é feito em cada clorador, em razão do ejetor que o acompanha, o que possibilita o uso máximo do sistema. Finalmente o gás chega ao ejetor, que além de efetuar a mistura com a água a ser tratada, produz todo o vácuo necessário ao funcionamento do clorador. Uma vez que o ejetor é parte vital do sistema, esse é fabricado e ajustado para cada utilização a que se destina.

Uso do clorador
Uso do clorador
Neste artigo queremos descrever o funcionamento dos cloradores, item tão importante nos serviços que prestamos. Este sistema exclusivo dos cloradores JESCO, evita desperdício de gás cloro ao mesmo tempo que proporciona maior segurança aos operadores e ao equipamento.
O cloro gasoso que é fornecido pelo cilindro passa através de um tubo flexível de ligação, que vai ao retentor de cloro líquido, quando então são retidas partes das impurezas, prosseguindo até a entrada do regulador de vácuo.